Alexandre mostra o braço quebrado: motorista parou mas não ajudou
O suspeito de atropelar os irmãos Alexandre e Adriano Takakura foi preso hoje de madrugada. É o japonês Osamu Kamo, de 56 anos que mora em Hamamatsu no bairro de Yuto cho.
Alexandre e seu irmão, esperaram abrir o semáforo e atravessavam a faixa de pedestres quando o caminhão dirigido pelo Osamu fez a curva sem parar.
O caminhão só encostou 20 metros adiante e motorista trocou algumas palavras com os brasileiros e ajudou a remover Adriano ,que fraturou a bacia, pra calçada.
Mas inexplicavelmente o motorista entrou no caminhão e foi embora, nem chamou a ambulância, que foi providenciado pelo tantosha da empreiteira Yasuzu Kogyo onde os irmão trabalham.
Alexandre conseguiu anotar a placa do caminhão , e no mesmo dia, a polícia batia na porta da emprêsa onde o japonês trabalha. Alexandre foi junto e reconheceu o caminhão e identificou o motorista que nem pediu desculpas nem reconheceu o delito, Aliás nem olhou na cara do brasileiro.
Será que o japonês foi embora pelo simples fato das vítimas serem brasileiras? Essa é pergunta que não quer calar.
Eu pretendo bater na porta da casa do senhor Osamu pra perguntar isso.
P.S. Ao contrário do que diz o site de fofocas, o japonês continua preso e vai ficar pelo menos 10 dias de molho.

7 comentários:
E eu adoraria saber a resposta dele...
ainda tenho um palpite de que ele dirá ou que não conseguia entender o que os Brasileiros falavam ou que entendeu eles dizerem que estavam bem...
Complicado... já vi muitos casos dentro das prefeituras, onde os funcionários falavam e perguntavam as coisas para os brasileiros e as respostas eram "daijoubu" ou "hai, hai" para tudo, mesmo quando não estavam entendendo nada... lembro até hoje a cara de uma funcionária ao perguntar para uma brasileira "qual é o seu atual endereço?" e a resposta veio como as anteriores "hai-hai"...
Motoristas de caminhões são iguais em qualquer lugar do mundo. Sem educação e sem formação escolar básica. Tenha certeza de que essa profissão não foi escolhida por esse motorista, e sim imposta pela situação. Sem estudo, sujo, feio, mal vestido... vai conseguir trabalhar aonde?
Esses malandros são ligados à sindicatos, muitas vezes, pertencentes aos mafiosos vagabundos. Melhor também ficar em cima da polícia porque os malandros têm força.
Sempre pode existir outras razões. Assim suscita outra pergunta: se fosse japonês? Ele prestaria ajuda? É uma pergunta um pouco vaga, considerando que ninguém saberá as verdadeiras circunstâncias de ele ter agido desta forma, exceto perguntando ao mesmo, e ele respondendo honestamente.
Independente das razões do japoronga, no final das contas os 2 brasas vão ficar com o prejuízo (além da dor sofrida, é claro) e o caminhoneiro vai continuar dirigindo seu caminhão e quem sabe não derruba mais uns 3 ou 4 brasas por ae. Não é a primeira nem a última vez dessa estória. Lembrando dos 7 atropelados na kosoku em Shiga, há +ou- 2 anos atras.
Para Tikos
Motoristas de caminhoes nao sao todos iguais.Eu sou um Brasileiro que vim cedo para o Japao,depois de 3 anos,falava o Japones fluentemente,hoje leio e escrevo tambem,consequentemente aprendi o Ingles,Italiano e Espanhol.Ja trabalhei como Lixeiro,Soldador,Tradutor Simultaneo,Carpinteiro,Free Lancer e atualmente sou Caminhoneiro.Comentario sem etica o seu a respeito dos Caminhoneiros.Quer dizer que o motorista fugiu porque ele eh Caminhoneiro???Sem comentarios...
O atropelamento em si, não depende de traduçao, ou idioma, o fato é que o caminhão é mais forte que um ser humano, e se a pessoa tava caída o motorista tinha a obrigação de chamar o socorro, esse é um mau profissional, que deve ser punido, e mudar de profissão pois não serve para conduzir um veículo. Dessa vez, apesar dos ferimentos, não foi fatal, será que vão dar chance pra acontecer algo pior pra dar "torikeshi". No caso dos brasas atropelados na Kosoku, alegaram que o cara tinha problema de "saúde" Que causou o "sono". Que doença vão arranjar dessa vez? Cerca de 3 anos mais ou menos uma senhora de 50, 60 anos atropelou um menino em Minokamo, fugiu, e depois se entregou, pra conseguir o perdão da família se "converteu" a família da vítima é evangélica e não seguiu em frente. Se é um brasa que atropela começam a recriminar a todos pelo erro de uma pessoa. Justiça deve ser feita imparcialmente. É esperar pra ver.
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