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sábado, 17 de outubro de 2009

II Conferência das Comunidades Brasileiras no Exterior




Momentos da Conferência: muitas reclamações contra os consulados e o governo brasileiro.

Ontem foi o último dia da Segunda Conferência das Comunidades Brasileiras no Exterior, organizado pelo Ministério das Relações Exteriores e realizado no Palácio do Itamaraty no Rio de Janeiro.

A Conferência foi transmitida ao vivo via web. Mas me parece que os organizadores não sabem como gravar vídeos pra deixar no site para serem consultados.

O vídeo acima gravei da tela do computador durante a web conferência, o som está meio ruim, mas dá pra ouvir as opiniões dos representantes brasileiros no exterior.

A presidente do Centro Cultural Brasil USA da Flórida , Adriana Sabino, falou sobre a escola bílingue Ada Merrit, que comentei no post anterior. Segundo ela, quando a escola foi aberta em 2003 haviam 65 alunos, e atualmente já está na capacidade maxima de 250 alunos. Existem 200 alunos em fila de espera para entrar na escola, o que comprova o sucesso da iniciativa.
A sua proposta de uma escola bilíngue pode ser acessada aqui.
Ela disse também que existe uma outra iniciativa de uma escola bilíngue na cidade de Berlim, Alemanha, nos mesmos moldes da Ada Merrit, que é coordenado pelo brasileiro Marcos Romão. Confira na posição 2:35 do vídeo acima.

O prof Carlos Shinoda foi o mais atuante dos delegados brasileiros do Japão. Bateu boca com os diplomatas e fez questão de colocar na ata, a responsabilidade do MEC na fiscalização das escolas brasileiras no Japão. Ele foi até aplaudido pelos participantes. Confira na posição 12:20 do vídeo.

Já a Liliam Hatano , que foi apelidada por um comentarista como a Angelo Ishi de saias , falou sobre o projeto do curso de Pedagogia da parceria UFMT e Universidade Tokai, dizendo que o curso é gratuito. Ela foi retrucada pela representante do MEC que disse que o curso pode ser gratuito pros alunos, mas custou 2 milhões de dólares pros cofres da União. Confira na posição 4:13 do vídeo.

A parte folclórica ficou por parte de duas senhoras:

Uma jornalista que mora nos Estados Unidos que rasgou seda para o consul de Nova York que resolveu servir cafézinho para os usuarios do consulado. A mulher falava direto para o Lula e olhava apenas para a câmera e em nenhum momento se dirigiu para a platéia presente. Está na posição 6:20 do vídeo.

A outra senhora, se é assim que se pode dizer, é um travesti de meia idade, a Leila, que mora na Itália. A representante dos brasileiros na Itália ocupou parte de sua declaração para explicar a origem da palavra ¨Viado¨ e ¨Bicha¨. Confira na posição 20:00 do vídeo acima.

Quem gostou da explanação do transexual foi o sindicalista Francisco Freitas que estava presente na sala. Confira na posição 23:30 do vídeo

O que é isso companheiro Freitas? Você, um cearense cabra macho, que deveria estar defendendo os trabalhadores dekasseguis da exploração nipo-capitalista, se encantando com as estórias da Leiloca.

Já não fazem mais sindicalistas como antigamente...

4 comentários:

DEUS.MEU.GUIA disse...

primeiro,meus parabens ao Pequenas Cousas por cobrir de maneira tao profissional o que a midia brasileira no JAPAO ainda demostra total incapacidade de fazer.
segundo,meus parabens ao prof.Carlos SHINODA que defendeu os interesses da comunidade de uma maneira pouco vista por aqui.
e para finalizar,uma palavra que talvez descreva fielmente o retrato do MEC,nao so aqui mas em todas comunidades brasileiras espalhadas pelo mundo e infelizmente ate no BRASIL:
DESCASO

DEUS.MEU.GUIA disse...

alguem pode me dizer o que o "sindicalista" suposto lider da comunidade,antonio de freitas estava fazendo ali?parece piada em um momento serio como esse...

Anônimo disse...

Esse Freitas é um outro oportunista, ele foi pra esse congresso pra se aparecer. Logo ele vai abandonar os seus companheiros do Japão e ganhar um cargo de assessor nesse governo podre do molusco barbudo.

Anônimo disse...

USD 2 milhoes como conseguiram gastar uma grana dessa num curso fajuto desse?