
Milton Noboru Higaki
O caso Milton Noboru Higaki (para lembrar clique aqui) teve o seu desfecho no dia 21 em São Paulo. O juiz do Foro Regional do Jabaquara condenou o brasileiro a 4 anos de prisão com a pena convertida a prestação de serviços à comunidade.
O pai da jovem morta disse que finalmente a justiça foi feita, apesar do Milton continuar solto. Ele não guarda mágoas do brasileiro, Toshio Ochiai espera o Milton aprenda a lição e transmita isso para os seus dois filhos que nasceram depois que ele fugiu para o Brasil.
Milton declarou na audiência preliminar no ano pasado que o motivo da fuga seria o ¨medo da discriminação¨, uma resposta infeliz.
Só para recordar, o Milton dirigia um carro cuja frente era um Nissan Laurel e a traseira um Mitsubishi Galant, com a carroçeria soldada. O carro não tinha shaken, o registro que habilita o carro a andar pelas ruas, e obviamente não tinha nenhum tipo de seguro .
No dia 26 de julho de 1999, ele estava na rota 152, na altura da revenda de carros Aiwa, sentido centro de Hamamatsu, quando fez uma ultrapassagem pela esquerda e atropelou a japonesa Mayumi, então com 16 anos.
A menina teve morte instantanea, Milton não prestou socorro, acelerou e fugiu do local do acidente, depois ele se evadiu pro Brasil e foi descoberto mais tarde por uma equipe de tv japonesa.
Se fosse preso e condenado no Japão, provavelmente pegaria uns 6 ou 7 anos de prisão mesmo, sem sem as molezas das leis brasileiras onde um promotor que condena um banqueiro acaba virando réu, e o criminoso um herói.

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